Daniella e Anna - Entrevista sobre Candance Bushnell
Para a mulherada que achou que as meninas do Orkut ficaram um pouco escondidas na matéria Na Rua da revista, segue na íntegra a opinião das nossas colegas. Fizemos algumas perguntinhas para a Daniella, dona da comunidade Eu amo Sex and the City (14.318 membros) e para a Anna, que participa da comunidade Sex and the City (9.253 membros), sobre Candance Bushnell e a sua influência nas suas vidas.
Nem preciso dizer o quão agradecida ficamos. Elas foram super simpáticas e nos ajudaram a entender melhor o universo que a autora de Sex and the City e Lipstick Jungle criou em torno da mulher moderna.
1) O que as histórias de Candance Bushnell representam para você? Por que você acha elas fazem tanto sucesso?
Daniella: As histórias de Candance Bushnell representam um marco para as mulheres contemporâneas, pois não só tentam retratar a mulher do século XXI, como, também, abordam temas antes vistos como tabus pela nossa sociedade. Acredito que seja justamente por abordar tais questões, falar sobre relacionamentos de uma maneira não-fantasiosa e tentar demonstrar todas as crises, vitórias, derrotas e valores femininos que as histórias de Candance fazem tanto sucesso.
Anna: Candace Bushnell pra mim representa entretenimento de boa qualidade, algo que eu procuro para me fazer deixar minhas preocupações de lado. Acho todos os livros uma delícia, já reli diversas vezes. Fazem sucesso exatamente por esse apelo que tem junto às mulheres. O tema é super pertinente, mas sem uma boa narrativa não se sustenta. Candace é ótima.
2) As atitudes das personagens sobre as quais ela escreve influenciam você de alguma forma? Você se identifica com alguma delas?
Anna: Todas, de maneira geral, por diversas atitudes e preferências iguais às minhas. E é impossível não se ver nem um pouquinho em Carrie Bradshaw.
Daniella: Sim, por mais que as personagens sejam estereotipadas, todas elas apresentam características marcantes que acabam influenciado quem lê as histórias de Candance ou assiste às adaptações. Eu, por exemplo, comecei a refletir muito sobre questões como amizade e em como reagir a deerminados tipos de relacionamento após assistir Sex and the City. É claro que não vou agir como as personagens, mas pelo menos relfito sobre o que é abordado. Posso dizer que me identifico com duas personagens de Sex and th City, Carrie e Charlotte.
3) O que é ser mulher para você hoje em dia?
Anna: É uma pergunta extremamente pessoal, mas pra mim é algo que mistura independência, maturidade emocional e garra. Pelo menos essas são coisas que busco na mulher que sou e na que pretendo ser.
Daniella: Ser mulher, para mim, é ser decidida, saber viver da melhor maneira possível, não se anular por causa dos outros (seja por colegas de trabalho, namorados, maridos, filhos, familiares ou amigos). É, também, construir uma vida baseada nos valores e no amor. Ser mulher, com certeza, não é mais aquele estereótipo da emoção, as mulheres são sempre o ponto de equilibrio entre razão e emoção. E por fim, ser mulher é ser feliz com ela mesma, independentemente do estilo, do dinheiro, dos namorados, ou qulquer outra coisa.
Kisses, Jan.










